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Como praticar presença no cotidiano e viver com leveza

  • Foto do escritor: Comunicação - Esther Feola
    Comunicação - Esther Feola
  • 23 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura

Estar presente é mais do que um exercício de foco — é um modo de viver com verdade.


como praticar presença no cotidiano

Em tempos de excesso de estímulos, prazos e distrações digitais, estar presente tornou-se uma habilidade rara — e profundamente transformadora. Escolher viver com atenção total ao agora é mais do que um convite à tranquilidade: é um ato de resistência consciente contra a pressa, a dispersão e o automatismo.


A prática da presença radical vai além da ideia de mindfulness superficial; trata-se de assumir um compromisso real com o momento presente, em sua totalidade.


A urgência de se reconectar com o instante


Viver no piloto automático tornou-se tão comum que muitas pessoas só percebem o impacto disso quando o corpo ou a mente dá sinais de exaustão. A rotina carregada, a necessidade constante de produzir e a avalanche de informações transformam o tempo em algo fugaz, quase sempre consumido por preocupações futuras ou por lembranças que insistem em se repetir.


Nesse cenário, comprometer-se com o agora não é apenas um alívio — é uma forma de reconexão profunda com o que se é, com o que se sente e com o que realmente importa.


O agora é o único ponto de contato com a realidade. Quando ele é ignorado, perde-se a oportunidade de agir com verdade, de escutar com profundidade e de viver com mais leveza.


Como praticar presença no cotidiano: caminhos para o retorno ao essencial


Saber como praticar presença no cotidiano no cotidiano exige intenção, atenção e prática constante. Não é algo que acontece por acaso, mas sim uma escolha diária que se reflete nos gestos mais simples. Estar presente é preparar um café com calma, escutar uma conversa sem interromper, sentir o chão sob os pés ao caminhar, perceber a respiração antes de iniciar uma tarefa.


Essa prática começa, muitas vezes, por uma reconexão com o corpo. Sensações físicas são âncoras naturais para o presente. Notar o ar entrando e saindo dos pulmões, perceber a textura de um objeto nas mãos ou prestar atenção ao ritmo do coração são formas de interromper o fluxo automático da mente e retornar à experiência do agora.


Além disso, cultivar espaços de pausa ao longo do dia — mesmo que breves — ajuda a desacelerar o ritmo interno. Esses intervalos não precisam ser longos; bastam alguns minutos em silêncio, uma caminhada sem celular ou até mesmo o hábito de respirar profundamente antes de responder a um e-mail. A presença se treina aos poucos, com consistência e gentileza.


A transformação silenciosa que nasce da atenção plena


Quando a presença se torna hábito, seus efeitos se espalham naturalmente por todas as áreas da vida. As relações ganham mais escuta, as decisões se tornam mais claras e o dia deixa de ser apenas uma sequência de tarefas para se tornar uma experiência com mais sentido.


Comprometer-se com o agora ensina a lidar melhor com as emoções. Não é sobre evitar o desconforto, mas atravessá-lo com lucidez. Momentos difíceis não precisam ser negados nem ampliados — basta acolhê-los como parte do presente. Essa atitude traz equilíbrio e organiza a mente, sem o peso constante do futuro ou do passado.


A produtividade também muda. Estar presente não é fazer menos, e sim fazer com mais qualidade. A atenção plena reduz retrabalhos, evita erros e favorece decisões mais acertadas, porque a mente já não está dividida entre tantos ruídos.


Os desafios da prática e o papel da autocompaixão


É importante reconhecer que praticar presença no cotidiano não é algo linear. Existem dias mais fáceis, e outros em que a mente resiste mais ao silêncio, ao foco e à pausa. Nesses momentos, a autocompaixão torna-se uma aliada essencial.


Julgar-se por não conseguir estar presente apenas aprofunda a desconexão. O caminho é justamente o oposto: aceitar a oscilação e continuar voltando, quantas vezes forem necessárias.


A prática não exige grandes mudanças na rotina, mas sim um novo olhar para as atividades comuns. O que transforma não é o que se faz, mas o modo como se faz. Trocar o “fazer para acabar” pelo “fazer com atenção” é o que ativa o poder da presença.


Quando o agora vira ponto de equilíbrio


Viver com presença radical não é romantizar o cotidiano, mas encará-lo com verdade. É perceber o que está diante dos olhos sem querer pular etapas. Essa postura ajuda a cultivar uma forma de equilíbrio mais estável, que não depende do controle sobre o futuro, mas da capacidade de estar inteiro no presente.


O compromisso com o agora convida a desacelerar internamente mesmo quando tudo parece exigir pressa. Ele resgata a sensibilidade, valoriza os vínculos e amplia a capacidade de escolha. Ao se viver com mais presença, a vida não se torna perfeita, mas se torna mais real — e, por isso mesmo, mais significativa.


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Com mais de 2.000 episódios, Diego Maia apresenta o maior podcast de vendas nacional, apresentado desde 2009, disponível gratuitamente.


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